Toni Tornado

Tony Tornado

Toni Tornado, nome artístico de Antônio Viana Gomes, iniciou sua carreira artística no final dos anos 1950, cantando rock no programa “Hoje é dia de rock”, da Rádio Mayrink Veiga, atuando com o nome artístico de Tony Checker.

Integrou o grupo de música e danças folclóricas Brasiliana, com o qual excursionou pelo exterior, chegando a viver durante dez anos fora do Brasil. Morou em Nova York, onde teve contato com o movimento negro e com Tim Maia.

De volta ao Brasil, no final dos anos 1960, atuou com o conjunto de Ed Lincoln e também como crooner da boate New Hollyday (RJ).

Em 1970, interpretou com grande sucesso a canção “BR-3” (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar) no V Festival Internacional da Canção, acompanhado pelo Trio Ternura. Este foi considerado seu lançamento público nacional.

No ano seguinte, lançou seu primeiro LP, Toni Tornado, contendo as canções “Juízo final” (Renato Corrêa e Pedrinho), “Não lhe quero mais” e “Papai, não foi esse o mundo que você falou”, ambas de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, “Dei a partida” e “Eu disse amém”, ambas de Getúlio Côrtes, “Breve loteria” (Fafi), “Uma vida” (Dom Salvador e Arnaldo Medeiros), “Me libertei” (Tony e Frankye), “O repórter informou” (Hyldon) e “BR-3” (Antônio Adolfo e Tibério Gaspar), além de “O jornaleiro”, de sua parceria com Major.

Em 1972, gravou mais um LP, contendo as faixas “Mané beleza” (Arnaud Rodrigues e Chico Anísio), “Eu duvido muito” (Getúlio Côrtes), “Sinceridade” (Tim Maia) e “Uma idéia” (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle), além das seguintes composições de sua autoria: “Não grile a minha cuca”, “Torniente”, “Podes crer, amizade” (c/ Major), “Aposta”, “Bochechuda”, “Eu tenho um som novo” e “Tornado”.

Ainda na década de 1970, passou a se dedicar também à carreira de ator, destacando-se em minisséries ou novelas de televisão, como “Jerônimo, o herói do sertão”, “Tchan! A grande sacada”, “Roque Santeiro”, “Tenda dos milagres”, “Sinhá moça”, “Chapadão do Bugre”, “Gente fina”, “Vamp”, “Sex appeal”, “Agosto”, “Olho no olho”, “Pátria minha”, “Engraçadinha… seus amores, seus pecados”, “Cara e coroa”, “Andando nas nuvens”, “Roda da vida” e “O beijo do vampiro”.

No cinema, integrou os elencos de “Tô na Tua, Ô Bicho” (1971), “A Virgem” (1973), “Clube das infiéis” (1975), “Os pilantras da noite” (1975), “Pesadelo sexual de um virgem” (1976), “Chão bruto” (1977), “As amantes de um canalha” (1977), “A praia do pecado” (1977), “Ouro sangrento” (1977), “Uma cama para sete noivas” (1979), “Tráfico de fêmeas” (1979), “Pixote: a lei do mais fraco” (1980), “A casa de Irene” (1981), “As taras das sete aventureiras” (1983), “Os Trapalhões e o Mágico de Oróz” (1984), “Quilombo” (1984), “O Rei do Rio” (1985), “Natal da Portela” (1988), “A grande arte” (1991), “Vai trabalhar, vagabundo II” (1991), “Casseta & Planeta – A Taça do Mundo é nossa” (2003) e “Um show de verão” (2004).

Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Poapular Brasileira

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