Get On Up – Trailer 2

In his follow-up to the four-time Academy Award®-nominated blockbuster The Help, Tate Taylor directs 42’s Chadwick Boseman as James Brown in Get on Up. Based on the incredible life story of the Godfather of Soul, the film will give a fearless look inside the music, moves and moods of Brown, taking audiences on the journey from his impoverished childhood to his evolution into one of the most influential figures of the 20th century. Boseman is joined in the drama by Viola Davis, Octavia Spencer, Nelsan Ellis, Lennie James, Tika Sumpter, Jill Scott and Dan Aykroyd.
Academy Award® winner Brian Grazer (A Beautiful Mind, 8 Mile) produces for Imagine Entertainment, with Mick Jagger and Victoria Pearman (Shine a Light) producing under their Jagged Films banner. Imagine’s Erica Huggins (Flightplan) also serves as a producer on Get on Up, while Taylor produces under his Wyolah Films label. Peter Afterman, Trish Hofmann, Jez Butterworth, John Butterworth, John Norris and Anna Culp serve as executive producers.

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Segregação racial e Michael Jackson

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E lá se vão cinco anos sem ele. Michael Jackson nos deixou nesse mesmo dia para reinar onde quer que ele esteja. No dia em que a morte da maior figura da música pop completa cinco anos, relembramos a importância de Michael para os negros norte-americanos.

Desde os seis anos de idade e O The Jackson 5 ele era um espetáculo à parte. Todos percebiam isso. O pequeno Michael era o que mais se destacava entre os irmãos, tanto pelos seus movimentos, quanto pela presença de palco e, claro, sua voz soul, adulta e incrível demais para uma criança tão nova e disciplinada. O talento de Michael era tão evidente que em outubro de 1971 ele lançou pela Motown, também gravadora do The Jackson 5, seu primeiro single solo: “Got to Be There”.

Lá no The Jackson 5, ele já começava a construir seu caminho e ganhar espaço na música. O próprio grupo dos irmãos foi um avanço na questão racial dos Estados Unidos, visto que eram cinco garotos negros que não precisavam se desfazer de suas vestimentas e de seu cabelo black power para ganhar o público.

A carreira solo de Michael só deslanchou oito anos depois, quando Quincy Jones decidiu produzi-lo. O primeiro filho foi o elogiadíssimo Off the Wall (1979). O som único criado com Jones, um funk com elementos do soul e jazz e o tempero do rock, foi então se aperfeiçoando cada vez mais. Até chegarem ao disco mais importante dessa parceria: o visionário Thriller (1982), o álbum mais vendido de todos os tempos, com mais de 110 mil cópias comercializadas no mundo inteiro. E foi aí que Michael começou a abrir caminho para outros artistas negros como Usher, Chris Brown, Pharrell Williams, e outros tantos do R&B.

Thriller ganhou clipes que eram muito além de seu tempo. Cinematográficos, Michael não queria pensar no orçamento de seus vídeos. Ele acabou criando clipes fantásticos como o de “Billie Jean”, que surpreendeu tanto o público que a roqueira MTV teve que abrir espaço para o R&B. Pela primeira vez, o canal transmitia o clipe de um artista negro.

Com isso, Michael tornou-se um dos primeiros músicos negros a ser reconhecido em todos os lugares. Mesmo como um artista global, suas inspirações iniciais jamais o deixaram: as improvisações vocais eram herança de James Brown e o soul.

Cinco anos depois de Thriller, chega às lojas mais um disco genial. Visto por alguns como o primeiro grande disco de um artista negro gravado para ser tocado ao vivo, Bad (1987) continha uma das primeiras canções bem-sucedidas que falavam sobre a mulher africana e sua beleza, “Liberian Girl”. O vídeo da faixa até que tinha alguns brancos, mas clipes como o de The Way You Make Me Feel” foram vistos pela MTV como “étnicos demais”.

As mudanças drásticas na aparência de Michael Jackson levaram alguns a pensar que ele estava tentando ser “menos negro”. Em entrevista ao programa de Oprah Winfrey, em 1993, ele disse à apresentadora que tinha vitiligo, uma doença que ocasiona a perda gradual da pigmentação natural da pele. Alguns anos antes, em 1979, Michael quebrou seu nariz durante um ensaio de dança. A rinoplastia que teve de ser feita não foi um sucesso e causou problemas de respiração que estavam afetando sua carreira. Mais tarde, Michael fez uma série de operações no nariz para consertar o problema respiratório.

Quem conhece Michael Jackson sabe que ele nunca teve vergonha de ser negro. Sua aparência foi levada em conta apenas por aqueles que nunca ouviram a música do verdadeiro Rei, que estava constantemente dialogando com a música negra. E hoje, é graças a Michael Jackson que artistas negros ganham milhões de dólares fazendo seu pop.

Vi lá no Noize

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Bobby Womack

Morreu Bobby Womack, expoente da soul music nos anos 60 e 70.

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O cantor de soul Bobby Womack morreu esta sexta-feira (27) aos 70 anos. De acordo com o site da revista Rolling Stone, um representante da gravadora do músico confirmou a morte. No entanto, a causa ainda é desconhecida.

Womack foi um dos principais expoentes da soul music nos anos 1960 e 1970, conseguindo atingir as paradas com quase 50 hits durante a sua carreira, muitos deles da sua própria autoria, incluindo “Woman’s Gotta Have It” (1972) e “Lookin’ for a Love” (1974), que chegaram ao primeiro lugar. Um dos seus primeiros sucessos foi “It’s All Over Now”, faixa lançada em 1964 e gravada pelos Rolling Stones um mês mais tarde, que foi para o primeiro lugar das paradas do Reino Unido na versão do grupo britânico.

Ronnie Wood, guitarrista dos Stones, foi um dos primeiros a lamentar a morte de Womack..

Desde o ano passado, Womack foi diagnosticado com um estágio inicial da doença de Alzheimer. Já durante parte dos anos 80, o cantor lutou contra as drogas, ficando internado num centro de reabilitação para tratamento. Uma série de problemas de saúde se seguiram, incluindo diabetes, pneumonia e cancro (câncer) de cólon.

Em 2012, o músico declarou estar livre do cancro. Após ficar mais de dez anos sem gravar novas músicas, ele lançou o álbum “The Bravest Man in the Universe”. Produzido por Damon Albarn e Richard Russell, o disco ficou entre os 50 melhores álbuns da revista Rolling Stone.

Antes de morrer, Womack havia iniciado as gravações do seu próximo álbum, cujo título provisório era “The Best Is Yet to Come”. O projeto teria contribuições de Stevie Wonder, Rod Stewart e Snoop Dogg.

Via Uol

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PROGRAMA ORIGINAL FUNK MUSIC

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Especial Michael Jackson

2 horas com Rares, Demo Tapes, Ep´s, Singles 7” – 12” e muito Clássico do King Of Pop.

29/06 a partir das 10:00Hrs aqui na http://webradiobalanco.com/

Produção e apresentação Fernando Fhenso e  DJ Stanley Original Funk Music, trazendo muito Funk, Disco Music, Classic, Jazz Funk, Soul, R&B, Groove da melhor qualidade.

Parceiros: http://privilegewebradio.com.br e http://radioportalblack.com
Com certeza vale a sintonia!

Grande abraço.

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Daptone Presents: The Poets of Rhythm feat. EDAN

Confere o set mix by Dean direto da Daptone!

Directed by Chris George. ‘The Poets of Rhythm Anthology: 1992-2003′ on Daptone Records OUT NOW!! Place your order here:http://bit.ly/18vfE99

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Charles Walker Band

 

Charles Walker Band

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Charles Walker – Saxophone/Keyboards
Porsche Carmon – Vocals/Hand Percussion
Jacob Brenwall – Lead/Rhythm Guitar
Luther Tate – Bass Guitar
Demetris Vance – Drums

Grounded in blues, the band refined their unique sound into what can best be described as soul, a fusion of funk, r&b and Motown. Though compared to an array of musicians (Sly and the Family Stone, Sharon Jones and the Dap Kings, George Clinton and Parliament Funkadelics, James Brown), their music retains deep gospel influences and positive lyrical messages.
Growing up, Walker was influenced by Luther Allison, Stevie Wonder, and Prince. He has synthesized those influences while contributing his own ever-growing musical and personal maturity into the CWB sound. Walker has played saxophone since the sixth grade, when a music teacher said, despite his protests, he had the perfect mouth for it. He continued his training on sax and keys throughout college, participating in the prestigious UW Eau Claire jazz program.
Though Porsche Cameron handles lead vocals, the titular Charles Walker holds court with piano chops that would make Duke Ellington envious and a sax prowess from which Coltrane could learn a thing or two. Walker, who was a stand-up comedian in a former incarnation, is known for his engaging entertainment, ensuring audiences that come for the music will stay for his charm. (Jacob Brenwell lays rhythms on guitar, Luther Tate backs the band on bass, while Demetris Vance nails down drums.)
As a testament to their live magic, the group has opened for national acts including Earth Wind & Fire, Aaron Neville, Robert Cray, BB King, Richard Marx, Eddie Shaw (Howlin Wolf’s Sax Player), Booker T, Cameo and Bernard Allison. The ensemble has been featured on Fox News, NBC “Live in the Morning,” nationally syndicated “Discover Wisconsin,” and was the featured artist on the Blues Revue (2010) and Soul Bag (2007) sampler CDs and has been nominated three years in a row for best soul/r&b act in Wisconsin by WAMI, winning the award in 2013.
Counting Ghetto Prophet, Charles has released eight albums, with Relentless being their largest evolution in sound. Walker says of Ghetto Prophet, released on Ehlona Records: “‘One in a Million,’ where the title of the album comes from, tells the story we know can happen.  That of the child who grows up impoverished and becomes something great.  In this album, I again departed further in funk and Motown while remembering it’s 2014.”

More Info

New EP

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https://soundcloud.com/charles-walker-5/sets/ghetto-prophet

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Das Ruas Pras Ruas – Cordeirópolis

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Das Ruas Pras Ruas é nesse final de semana na cidade de Cordeirópolis com muito Funky, Groove, Break Beat, Underground no comando das quadradas por DJ Zulu Kamarão (Original Funk Music).

Para sentir como será o dia, segue um beat pesado do sampler nacionalmente conhecido de Celly Campello – Banho de Lua.

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Virada Cultural – Piracicaba – Maio de 2014

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Salve Família!
Neste ano, dentro da edição da Virada Cultural de Piracicaba, teremos o DJ Zulu Kamarão (Original Funk Music), no palco da Black Music. A convite direto do King Nino Brown, seu Line Up será regado a muito SoulFunky Brazuka e Gringos!
Fica o convite para os/as amantes da boa e sempre amável black music.

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Bootsy Collins e suas histórias

Bootsy Collins e suas histórias com o mestre James brown, fora o som! Confere ai nesta entrevista exclusiva pra Red Bull Music Academy!

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Se liga nas tracks indicadas pelo mestre para ouvir durante a otina conversa!

1. What So Never The Dance – The House Guests
2. Give It Up Or Turn It A Loose – James Brown
3. Since You’ve Been Gone – James Brow
4. These Are – The JB’s
5. Philmore – Parliament
6. Up For The Down Stroke – Parliament
7. Mothership Connection (Star Child) – Parliament
8. I’d Rather Be With You – Bootsye’s Rubber Band
9. Frantic Moment – Eddie Hazel
10. Trombipulation – Parliament

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  Porrada sonora pra galera, Maceo quebrando tudo por aqui, este é o disco com a versão espetacular de Let’s Get It On  com quase 8 minutos, vai perder?

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Personnel:

Pee Wee Ellis: Sax (Tenor)
Larry Goldings: Keyboards, Organ (Hammond)
Rodney Jones: Guitar
James Madison: Drums
Jimmy Madison: Drums
Kym Mazelle: Vocals
Maceo Parker: Producer, Sax (Alto), Vocals
Bill Stewart: Drums
Fred Wesley: Trombone
Steve Williamson: Sax (Alto)

Link Original 

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