DJ Jul Nako – Mixtape Locking (2014)

Saudações!

É com grande respeito e atenção que trazemos a Mixtape de Locking 2014 do nosso brother DJ Jul Nako da Juste Debout.
Juste Debout é um evento de grande destaque dentro do cenário das danças urbanas não só na França mais em todo o mundo!

Paz e Soul a todos e todas.

Keep The Funky!

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Big Ol’ Dirty Bucket

Big Ol’ Dirty Bucket

Disco novo chegando pro mês que vem.
Tivemos nas audições e posso garantir que vem coisa boa por ai!
Participação de membros do Parliament Funkadelic , FISHBONE e GALÁCTICA !

Aguarde mais novidades por aqui!

 Balde sujo Big Ol ‘ 

Capturar

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https://soundcloud.com/bigoldirtybucket 

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Blaxploitation

O termo blaxploitation foi criado por Junius Griffin, cabeça da Associação Nacional para Avanços de Pessoas de Cor, tradução literal da NAACP de Los Angeles.

Um dos objetivos dos filmes de baixo orçamento batizados de Blaxploitation era criar e avançar o debate sobre igualdade entre as raças pela América do Norte. No entanto, os filmes acabaram sendo taxados de reforçadores de estereótipos negros vistos como negativos ao invés de promover qualquer equiparação cultural e social.

Apesar dos níveis de verdade contidos no parágrafo acima, alguns dos blaxploitations resultaram em filmes com ideias e tons mais radicais e viscerais do que as produções mainstream da época. Os problemas de roteiro, atuação e narrativa eram passíveis de muitas críticas, mas isto era quase inerente ao gênero e subgêneros do exploitation tao amado e celebrado por Tarantino.

Há quem considere os blaxploitations um dos maiores expoentes cinematográficos da década de 1970. Com trilhas sonoras com o melhor do soul e funk do período aliada à ação e quebra quebra com mulheres bonitas. Confira os pôsteres de mais de 40 filmes e tenha só uma ideia do que se passava. Fusões de cultura afro com kung fu e soft porn com gangsteres e pimps.

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Nile Rodgers

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Nile Rodgers, guitarrista do Chic e parceiro de Daft Punk, Madonna, David Bowie, Mick Jagger, Michael Jackson, Diana Ross e outros (Foto: Reuters)

“Você sempre tem que estar lá quando algo acontece?”. Essa é a pergunta que Nile Rodgers diz ouvir dos amigos, impressionados com quantos fatos marcantes da música pop ele viveu. Nile se tornou conhecido como guitarrista do Chic, ícone da disco e funk de Nova York nos anos 70. Ele já trabalhou com Madonna, David Bowie, Michael Jackson, Mick Jagger, Diana Ross e outros.

Nile Rodgers abriu shows para o Jackson 5 e foi sampleado no início do hip hop. Após parecer rumar ao ostracismo a partir dos anos 90, gravou o “hit do verão de 2013″, segundo ele mesmo: “Get lucky”, com o Daft Punk. Agora aposta em Avicii, DJ com quem colaborou e que está em primeiro lugar em vários países, inclusive o Brasil.

“Eu me sinto o músico mais sortudo do mundo”, diz Nile ao comentar que os amigos o chamam de “Forrest Gump do pop”. A comparação com o personagem de Tom Hanks que vive vários momentos importantes da história norte-americana não o deixa encabulado: “Sempre estou fazendo algo, então coisas acontecem à minha volta”, ele diz.

Forrest Gump do pop
Nile Rodgers estava lá em cenas musicais marcantes desde os anos 70

Anos 70

- 1973: Abre shows do Jackson 5 com a Big Apple Band.
- 1977: Funda o Chic, de hits disco como ‘Le freak’.
- 1979: Produz o hino gay ‘We are family’, do Sister Sledge.
- 1979: ‘Good times’, do Chic, é sampeada em ‘Rapper’s delight’, um dos marcos iniciais do hip hop.

Anos 80

- 1980: Produz ‘Diana’, de Diana Ross.
- 1983: Produz ‘Let´s dance’, disco mais vendido de David Bowie.
- 1984: Produz ‘Like a virgin’, 1º disco nº1 na ‘Billboard’ de Madonna.
- 1985: Produz ‘She’s a boss’, 1º disco solo de Mick Jagger.
1986: Produz ‘True colours’, de Cindy Lauper.

Anos 90

- 1995: Toca em ‘Money’, do álbum de Michael Jackson ‘History’.
- 1997: ‘We are family’ é sampleada em ‘Getting jiggy wit’ it’, 1º hit de Will Smith.

Anos 00

- 2003: Indicado pela primeira vez ao ‘Rock ‘n’ Roll Hall of fame’.
- 2004: Toca em ‘You had me’, maior hit de Joss Stone no Reino Unido.

Anos 10

- 2013: É coautor e grava ‘Get lucky’, hit do Daft Punk.
- 2013: Toca em ‘True’, de Avicii, um dos sucessos do ano.

Na conversa com o G1, Nile diz que Madonna “era louca” e foi a pessoa mais esforçada que conheceu. Ele também elogia o Jota Quest, com quem gravou “Mandou bem”, e comenta a polêmica performance de Miley Cyrus no VMA. Adivinhe quem estava lá enquanto tudo acontecia?

G1 – Qual é a música deste verão, “Get lucky” ou “Blurred lines”?
Nile Rodgers –
“Get lucky”. Foi número 1 em mais países. Não digo isso por ser autor, mas por ter conquistado mais países. “Blurred lines” foi número 1 nos EUA. Mas muita gente diz que é por causa do vídeo.

G1 – É difícil competir com um vídeo de mulheres seminuas?
Nile Rodgers -
Exatamente [risos]. Robin Thicke é meu amigo, e Pharrell também – e meu coautor. Não quero comparar as músicas, mas é uma análise estatística. “Get lucky” conseguiu o primeiro lugar em mais países só pela música, sem clipe.

G1 – O site WhoSampled conta mais de 250 faixas que samplearam coisas do Chic. Você fica feliz ou preocupado por ter direitos autorais “roubados”?
Nile Rodgers –
Só isso? Foi muito mais! Fico muito feliz. Não me preocupo em ser roubado, é uma coisa que você não pode parar.

G1 – Você nunca processou ninguém por isso?
Nile Rodgers -
Apenas na primeira vez, por “Rapper’s delight” [faixa de 1979, do Sugarhill Gang, um dos marcos iniciais do hip hop]. Depois nunca tive que me preocupar com isso. Porque as pessoas honestas pedem autorização. E as pessoas que você deveria processar, na verdade não precisa. É só mandar uma notificação, aí elas se retratam.

G1 – O que achou da ideia do Daft Punk e do Jota Quest de ter você no estúdio? Eles poderiam apenas emular seu estilo.
Nile Rodgers –
É mais divertido assim. A diferença foi que o Jota Quest tinha a música preparada e eu só cheguei e fiz o que sei, com a guitarra do meu estilo. No Daft Punk, toquei e eles construíram a canção em torno disso. Eu estava lá desde o início. Mas é normal entrar no final também.

G1 – Você trabalhou com muitas das maiores estrelas do pop. Entre Madonna, David Bowie,Michael Jackson e Mick Jagger, quem te impressionou mais?
Nile Rodgers –
Todos foram inacreditáveis. Por exemplo, Madonna foi a pessoa mais esforçada que eu conheci. Eu a encontrei no início da carreira, e nunca vi alguém que trabalhasse tão duro.David Bowie, por outro lado, foi o artista mais interessante e único com quem trabalhei. Ele vê o mundo de maneira muito diferente da maioria. Todos são especiais.

Agora estou trabalhando com Avicii, menino de 23 anos fazendo mais hits que você imagina. Ele é como eu aos 23. Todos me criticam por trabalhar com esse moleque. E eu respondo: ‘Quantos anos acha que eu tinha quando escrevi ‘Le freak’, single mais vendido da história da Atlantic Records? 25’. Avicii é meu parceiro favorito. E eu trabalho com muita gente.

G1 – O que te faz dizer que Madonna é a pessoa mais esforçada que você conheceu?
Nile Rodgers –
Não importa o que acontecesse, ela trabalhava mais que todo mundo. Nunca pedia uma pausa, nunca! Especialmente no começo, em 1984. Ela era louca. E eu trabalho duro, nunca durmo. Ela estava tentando me superar!

G1 – Você estava no VMA deste ano, certo? O que achou da performance de Miley Cyrus?
Nile Rodgers –
Não sei por que ficaram tão preocupados. Eu vi Madonna beijando Britney. Vi Madonna quase pelada, com o sutiã de Jean Paul Gaultier, praticando sadomasoquismo. Miley Cyrus só estava simulando masturbação com uma música que teve um vídeo com garotas peladas. Fez sentido para mim. Acho que é porque as pessoas a viram no Disney Club. Se fosse uma artista nova com esse show hardcore, hipersersexualizado, como Madonna, Lady Gaga, J-Lo, nada disso teria acontecido. Elas são todas bonitas e sexy. Na idade delas, sexo é muito importante. Veja só o meu maior disco, “Like a virgin”, de Madonna.  Aquela faixa me deixou desconfortável. Ela falou: ‘Temos que fazer!’. Eu disse que não. Mas ela: ‘Vamos sim’.

G1 – Por que você ficou desconfortável com “Like a virgin”?
Nile Rodgers –
Achei que era uma música só ok. Aquele disco tem “Angel”, “Material World”, músicas ótimas. “Like a virgin” era tipo “I made through da doo da da” [imita com ironia], não estava no mesmo nível. Mas era o contexto. Era Madonna sendo esperta o bastante para saber que mulheres jovens estavam ligadas na sexualidade. E foi um gesto enorme naquela época. Miley Cyrus faz o mesmo. Ela diz: ‘Ei, nos masturbamos, todas fazemos isso, é assim que tomamos consciência do nosso corpo’. Sem problemas.

G1 – Então você ficou incomodado, mas hoje entende o gesto de Madonna?
Nile Rodgers –
Sim. Ela foi uma das que me fez entender isso. Eu era um homem crescido. E acredite, eu sou da época da liberação sexual feminina. Mas mesmo assim fiquei incomodado, porque sabia que o público dela era muito jovem. Ela me fez entender. “Nile, para uma garota jovem, alguém pensando em fazer sexo, isso é uma coisa muito importante: perder a virgindade. Com quem vai ser a sua primeira vez”.

G1 – Entender isso mudou algo para você? Pois o tipo de som que você faz lida bastante com a sexualidade.
Nile Rodgers –
Sempre tive boa compreensão de música para mulheres. Lembre-se, “Like a virgin” foi em 1984, bem antes de eu trabalhar com Diana Ross. Trabalhei em grandes hinos para a comunidade gay nos anos 70. “I’m coming out”, “We are Family”. Essa questão de “Like a virgin” foi mais na letra, não no espírito e na consciência da época. Foi só Madonna percebendo bem sua base de fãs.

G1 – Alguns anos atrás, todo mundo só falava em soul. O disco e o funk não estavam na moda, mas hoje parecem a bola da vez. O que acha dessa mudança?
Nile Rodgers –
Acho que o funk foi muito renegado. Não sei se realmente voltou, mas vou fazer tudo o que posso para tentar trazer de volta.

G1 – Você conhece algo que chamam aqui de funk carioca? É derivado do Miami bass, e muita gente diz que não é o “funk real”, como o seu.  Acha que o seu funk é “o real”?
Nile Rodgers -
Não conheço o funk carioca. E não é meu papel dizer “meu funk é de verdade, o deles não”. Meu funk é algo que se tornou natural para mim. Porque eu não queria me tornar como o funk do meio-oeste ou da costa oeste. Queria ter o meu estilo nova-iorquino. Que é muito diferente de Parliament, Funkadelic. Amo a todos, mas não queria soar domo eles. Éramos uma nova era do funk.

G1 – Você tem um som muito particular. Tocou com muitos artistas que gostam de se reinventar, como Madonna e Bowie. Ao contrário deles, mantém um estilo constante. Pensa nisso?
Nile Rodgers -
Faço a música que sinto. Quero o melhor para a música ou o artista. Tenho orgulho de ter meu estilo. Acredito que possa funcionar com qualquer um. Com alguém mais tradicional ou alguém novo, como Avicii.

G1 – Como você conheceu o Jota Quest e por que se interessou neles?
Nile Rodgers –
Meu baixista do Chic está produzindo o disco deles. Ele tocou algumas músicas e soavam “funky”. E eu pensei “Uau, isso vem do Brasil?”. E falei: “Coloque para gravar, vamos lá!”.

G1 – Jota Quest é uma banda de sucesso comercial no Brasil. Eles teriam chance no mercado dos EUA? Alguns os comparam com o Jamiroquai.
Nile Rodgers -
Se eu fosse o produtor deles, o que eu teria feito é uma colaboração. A melhor coisa da música atual são os duetos. Você não vê Justin Timberlake, Daft Punk ou outros grandes artistas sem alguém junto. Talvez no Brasil isso não seja tão comum, mas deveria.

G1 – Tem planos de tocar no Brasil?
Nile Rodgers –
Temos planos de ir à América do Sul. Mas apenas no Chile e Argentina. Não tenho certeza se iremos ao Brasil. O problema é datas livres. Adoraria tocar aí, fazer uma jam com o Jota Quest.

G1 – Você disse que o sucesso de “Get lucky” te ajudou a se livrar do câncer. Como?
Nile Rodgers –
Música é o que me faz sentir bem. Não sei se faz algo fisicamente, mas espiritualmente sim. Tive que fazer tanta coisa para “Get lucky”. No meio da turnê do Chic, tive que voar para gravar esta e “Lose yourself to dance”, além do vídeo. Da Suíça para a Califórnia para a Alemanha etc. Eu era o porta-voz do projeto, os robôs só fizeram duas entrevistas. Eu fiz 30 ou 40. Gastei muita energia, mas também foi um tempo em que eu não pensava no câncer.

G1 – Você se sentia mal na época de gravar “Get lucky”?
Nile Rodgers – Não. Quando eu toco, nunca me sinto mal. Nem me lembro, porque eu guardo os dias bons. Nos dias em que eu estava mal, sei que não estava tocando. Estava na cama, ou andando por Manhattan. Tirei um período depois da minha cirurgia para não fazer nada. Depois continuei a trabalhar. Depois disso, ainda tive que fazer duas cirurgias, mas mesmo assim não perdi nem um show. Saía do hospital direto para o palco.

G1 – Você esteve em vários momentos importantes da música pop desde os anos 70. Você se vê como um Forrest Gump da música pop [personagem de Tom Hanks que participou de vários momentos da história norte-americana]?
Nile Rodgers - É engraçado, muitas pessoas me chamam assim, o Forrest Gump do Pop. “Você sempre tem que estar lá quando algo acontece?”. E eu digo que é porque eu saio muito. Sempre estou fazendo algo, então coisas acontecem à minha volta – muitas vezes eu sou o motivo para acontecerem. Eu me sinto o músico mais sortudo do mundo.

Fonte e materia Rodrigo Ortega do G1

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Programa Original Funk Music

Programa Original Funk Music 10/08/2013

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Domingão Especial dias do Pais com muito Soul Funk você ouve aqui! http://www.webradiobalanco.com/

Sharon Jones & The Dap-kings + Maceo, Fred and Pee Wee (High Fidelity)

Dois shows gravados em 2012 e 2008, com o mais puro Soul Groove.

Vai perder? É melhor não arriscar e curtir o dia dos Pais com o bom e Original Funk Music!

Parceiros: http://privilegewebradio.com.br e http://radioportalblack.com

Esperamos todos por lá a parir da 10:00 hrs.

Abraço!

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O Rei do Soul

Capturar

Telling the story of a complex American icon is difficult territory to tread, especially when trying to walk Hollywood’s fine line between truth and entertainment. James Brown’s story is in good, cautious hands with Tate Taylor (The Help) though, director of Get On Up, the long-awaited biopic about James Brown, the “Godfather of Soul.”

“I got real protective of Mr. Brown and his legacy,” says Taylor. “If you ask people around the world, ‘Who is James Brown?’, nine times out of ten they start smiling and say he’s crazy, a drug addict, he beat his wives, etc., and that’s a very small part of this man. There’s so much people have no idea about. I realized that we needed to depict those dark moments in his life, but more importantly, we needed to show the 85 percent which most people don’t know. That’s how I approached the film: pack it with stuff people don’t know instead of filling it with flavor people already know and parody Mr. Brown with.”

With a star-studded cast of actors – including Chadwick Boseman, Viola Davis, Octavia Spencer, Jill Scott, Dan Akroyd – producers Brian Grazer, Erica Huggins, Mick Jagger, Victoria Pearman, and Taylor bring the James Brown story to life, packing 60-plus years into one feature film.

Life+Times caught up with Taylor to discuss Get On Up and the life of James Brown.

Get On Up

Life+Times: How did you come to be the director of the film, and what perspective did you take in trying to tell his story?
Tate Taylor:
After the success of The Help, I was trying to find my next project. Two years had gone by and I couldn’t find what I wanted to do next. I was offered a lot of stuff, but I’m really picky in the fact that I have a checklist of things that I must have: pathos, humor, spectacle, an ensemble with really cool and different characters coming in and swirling around each other. I also look for something where the audience can leave having a sense of importance about the film, something they can take home with them. Man, that is hard to find. I was under this illusion that after the success ofThe Help I was going to be taken to this secret room in Hollywood where all these projects were; it doesn’t exist. I was at an unrelated meeting with Imagine Entertainment and [Get On Up producers] Brian Grazer and Erica Huggins about doing a television project, and while I was there someone mentioned that the James Brown script had just come in. Being a southerner and a James Brown fan, I was curious to read it. So, they gave me the script; right after the meeting, I got on a plane to New York and somewhere over Vegas, it got me. I said, “Oh my god. This man’s life has checked every box of mine and the stories I want to tell.” I landed and called them and said, “Can I direct this movie for you?”,  and three days later we were off to the races. What grabbed and shocked me about the story that I hadn’t known was the pure, true rock bottom abandonment this man faced from early ages. The fact that he was seven years old and left alone for six weeks in the woods by his dad to fend for himself – I still can’t wrap my head around how a kid survives. For me, it wasn’t a story of how did he get from point A to point B and get so famous. I saw in him something that I feel in myself, and something that anybody can relate to when they’ve gotten a little bit of fame or success: the fear of going backwards. In James, I saw a man fighting to stay relevant, to reinvent himself, being challenged when people thought they had him figured out. I think that was a cool drive that he had, and out of that drive he changed music forever.

L+T: For you personally, how did you come to know James Brown on a musical level growing up?
TT:
In the South, we all – no matter what color you are – are proud of people that come from our land. We’re always the underdogs, talked about poorly or there’s misconceptions – and there’s definitely some dark, sad truths about the South – but we’re proud of our Elvis Presley’s, we’re proud of James Brown and R.E.M. James was always a part of my life. My mom always had him playing in our house; my grandparents, all my family lives in South Carolina, and it was always a big deal that James was from there. I always grew up with that excitement as a kid. As I became a young adult and I started realizing that I wanted to be in the entertainment business, one of the most influential movies of my life was Blues Brothers. I remember being 12 years old and seeing it, and I just couldn’t believe anything goes in that film. And sure enough, the legend himself, James Brown, appears in that film and I had such a sense of pride. That was who James was for me. The protective nature and ownership I took of him as a Southerner is what made me want to read the script, probably to make sure they didn’t mess it up. Then I somehow wanted to bring back the Blues Brothers movie to this film, and it’s all a really serendipitous mix of history and protection. That’s why I wanted Dan Akroyd to be in the film, I wanted it to be full circle.

Get On Up

L+T: How did you all pick Chadwick Boseman to play the role of James Brown? How did you see him evolve and fully embrace becoming James Brown?
TT:
As I said earlier, there are so many parodies of James: Eddie Murphy in the hot tub, mug shots floating around. I said, “I’m not going to go the route of hiring a musician who can dance because that’s probably where I should start. I’ve got to get an actor very efficiently and artistically who can sew us into his soul.” I started trying to figure out who that could be and realized that Chad Boseman is that kind of an actor – his work in 42. He, much like Viola Davis, when they act, there’s a simplistic economy of the way they perform which is so brave for an actor to do, and they draw you in. It’s like you’re being sucked into their eyes. I knew that Chad had that ability. After about two months of coaxing him, because he did not want to do it our of pure fear, someone brought him in to meet with me and I chose the scene at the end of the movie when James is 63 years old. Chad came in cool jeans and shoes and was Chad Boseman, and he started reading as James at 63 and he became him. I completely forgot about what he had on and where we were, and I was like, “This is my guy. This is a real actor.” Also, I knew that Chad was from the South Carolina, and as his performance showed me, he had the soils of South Carolina and Georgia in his blood and he would know the speech patterns, the cadence and the walk of a proud man from that region. Then I said, “Oh God, please let him know how to dance,” and he does and he’s worked his ass off to get there.

Get On Up

L+T: There are some real musicians and artists in the film as well: Jill Scott, Aloe Blacc, Tariq Trotter (Black Thought). Talk about the job they did.
TT:
I cast for talent, not for stunt. Jill Scott came in to read for Gertrude who was James Brown’s dresser, it was a very small part. I was so impressed at how in check Jill’s ego was, and she blew the part away and I went, “I’m gonna write something bigger for Jill Scott.” So, I expanded the role of Dee Dee, James’ first wife. She played the part and she was amazing. In my mind, she’s an amazing actor and then I’m like, “Oh yeah, that’s Jill Scott the singer.” Same with Tariq, same with Aloe: they got the parts because of their acting. That’s how I approached it and they were fantastic.

L+T: The James Brown catalog and discography is vast. How did you all decide what songs to include in the film?
TT:
Well, the first thing we had to do was find out what we could even use. As you can imagine, on some of the early recordings the quality is not good. Once we figured out what we could use, I then realized that I didn’t want the narrative of the film to stop just so we could insert a performance of a favorite song. I thought, “We need to approach this like a musical. Whatever songs we choose must complement the narrative scene before and the scene that’s about to follow.” So, once we got the structure of the film figured out and I knew in a balanced way where I wanted songs to be, we then went into the lyrics. James is a storyteller and we selected it like that: “Which songs support the narrative the most?”

L+T: What was the most difficult part of his life to portray in the film?
TT:
I wouldn’t say that one trumped another as being the most difficult; the most challenging part was finding the balance of what to show and not show. The fact that we covered so much of his life, from the 1930s to 1990, the most challenging part was creating a balance where one period didn’t feel heavier than the other. That was the most challenging: the film as a whole and how to balance all of those periods. Playing the 63-year-old James, I handled that delicately, because I didn’t want anybody to ever snicker.

L+T: Talk about the research you and your team did, and the people that knew James Brown that you all brought in to help you tell the story.
TT
: Absolutely. Brian Grazer has been at this for 12 year and over that time, Al Sharpton was brought in as a consultant. Charles Bobbitt, his road manager, his family and James Brown himself was a part of his own biopic until his death in 2006. All the biographies were scoured over and checked. This has been ten years of gathering information, but for me and Chad, the best for us was the weekend we went to Augusta, Georgia together and spent the weekend with the family absorbing stories and subtle nuances that we wanted to bring to the vast information that we had already gathered. That was our biggest takeaway – the family – and it was important to me and Chad that they be happy and support the movie, and they’ve seen it and they love it.

Get On Up releases nationwide August 1.

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Trailer 2 de Get on Up

Com estreia em 5 de fevereiro de 2015 no Brasil, o longa conta com ator Chadwick Boseman – de42: A História de uma Lenda – como protagonista. O elenco traz ainda Viola Davis (Comer, Rezar e Amar), Octavia Spencer (The Big Bang Theory), Nelsan Ellis (True Blood), Lennie James (The Walking Dead) e Dan Aykroyd (Saturday Night Live).

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The Ambassador spins funky gems in Brazilian Boogie Boss 1978–1984

Espetacular e justa homenagem ao mestre Lincoln Olivetti, vale conferir a seleção matadora feita pelo The Amnassador, aumente o som que vem coisa fina por ai!

Ah, confere as tracks mais que especiais que o Wax descreveu com direito a capas e tudo. 

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Yasiin Gaye: The Departure (Side One)

Amerigo Gazaway – Yasiin Gaye: The Departure (Side One)

Chegando com o volune 1

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01. Intro Theme (The Departure)
02. Inner City Travellin’ Man
03. Definition Of Infinity Feat. Talib Kweli
04. I Want You ‘Til The Summertime
05. Ms. Fat Booty
06. The Panties Feat. Teddy Pendergrass
07. Workin’ It Out
08. Peculiar Mathematics
09. “T” Plays A Cool Loop (Interlude)
10. Time (To Get It Together)
11. Inner City Breathin’ Feat. Tammi Terrell
12. Two Worlds Feat. Kanye West
13. Soul Mates Radio Feat. The Black Astronauts (Intermission)

Link Original

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DJ Spina

DJ Spina quebrando tudo no aniversario do Marvin Gaye 75 anos ou 20 de morte!

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Para homenagear, o mestre dos tocas discos mandou 2 setmix especialíssimos de presente, confere ai!

http://djspinna.podomatic.com 

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